Belchior de Borba Gato

Sua História, Genealogia e Ligação com o Bandeirante Manoel de Borba Gato

 

Autor  : Décio Martins de Medeiros, 11º neto de Belchior de Borba Gato.

e-mail : deciomedeiros@yahoo.com.br

 

Quando se menciona Borba Gato pensamos no famoso bandeirante , o tenente-general Manoel de Borba Gato , que esteve na bandeira do sogro, o também famoso bandeirante Fernão Dias Paes.   Neste artigo registramos dados genealógicos e históricos de Belchior de Borba Gato, e sua ligação com o bandeirante famoso.

A ligação com o Bandeirante Manoel de Borba Gato:  Beatriz Gato foi casada com Manuel Pacheco , de cujo casamento nasceram pelo menos João de Borba e Manuel Pacheco Gato I.  João de Borba foi casado com Sebastiana Rodrigues  (também conhecida como Sebastiana Rodrigues Paes ou Sebastiana Paes da Veiga) que era natural da vila de São Paulo, capitania de São Vicente. Sebastiana Rodrigues e João de Borba tiveram seis filhos FONTE13: o famoso bandeirante Manoel de Borba Gato nascido cerca de 1649, Maria de Borba nascida cerca de 1652, Susana Rodrigues Borba nascida cerca de 1654, Paula de Borba nascida cerca de 1656, Ana de Borba nascida cerca de 1658 , Isabel nascida cerca de 1667.   Manuel Pacheco Gato I foi casado com Anna da Veiga Paes (irmã da Sebastiana) , e de cujo casamento nasceram Belchior de Borba Paes, Manuel Pacheco Gato II, Antonio Pacheco Gato, Martinho Paes Linhares, Balthazar de Borba Gato (este nascido cerca de 1669, e homônimo de um filho do Belchior aqui biografado ), e uma filha não nominada no inventario do pai por já estar casada e já ter recebido seu dote.  Pela genealogia dos descendentes de Belchior de Borba Gato encontramos relação de parentesco com descendentes da Beatriz Gato , levando a concluir que o Belchior de Borba Gato foi irmão da Beatriz Gato e portanto tio-avô do famoso bandeirante Manoel de Borba Gato.

A história e a genealogia de Belchior de Borba Gato : nasceu cerca de 1610 em Portugal , não sabemos se no continente ou se na Ilha Terceira nos Açores. Ele faleceuFONTE02 antes de 1674 provavelmente em São Paulo, Brasil.  Belchior de Borba Gato chegou à vila de São Paulo antes de 1 de abril de 1628, data do confisco dos bens de Cornélio de Arzão feito pela Inquisição, onde assina como “forasteiro”, isto é, recém chegado. No inventario de Cornélio Arzão , em 30/10/1638,  o Belchior de Borba Gato já aparece casado com Ana Rodrigues de Arzão.  No Livro de Sesmarias de 1602 a 1642 pág 363 consta aos 02 de julho de 1639 em São Paulo, despacho relativo ao registro de carta de terras dadas a Belchior de Borba, morador na vila de SP, casado com filhos, e que "pede uma légua de terras em quadra nas cabeceiras de Tristão de Oliveira e sendo dadas nas cabeceiras de Martim Rodrigues no limite de Butuapora..."  Nas Actas da Câmara de S.Paulo, vol. 4 pág 447 consta que Belchior de Borba , aos 23 de outubro de 1639 recebeu termo de juramento para ser arrumador de terras.  Segundo Pedro Taques em “Informações sobre as Minas de São Paulo”, publicadas primeira vez na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro tomo 64 (vol.103) parte 1, pág 15 , e também na edição de 1954 feita pela Livraria Martins Editora, à pág 40:  "Neste estado se achavam as Minas de Ouro  de São Paulo até o tempo da gloriosa e feliz aclamação do Senhor Rei D. João o IV, a quem os Camaristas de São Paulo mandaram render a sua reverente, e humilde obediência, pelos dois enviados desta honrosa conduta Luiz da Costa Cabral, e Belchior da Borba Gato, que conseguiram a ventura de beijar a Real Mão  do seu Príncipe Soberano, e natural Senhor, a quem os Camaristas declararam, que os Sertões da Capitania  de São Paulo eram ricos de haveres encobertos e ficavam dispostos os Vassalos Paulistas  a penetrarem-nos para os descobrimentos de ouro,  e prata, porque esperavam, que Sua Majestade tivesse nesta América outro Potoci, como a Coroa de  Castela; ...." . A referencia citada é Cam. Liv. de Reg. Nº 2, tto 1642 pág 14, onde estaria a carta do rei datada de Évora, 24 de setembro de 1643, que menciona Belchior de Borba Gato. Não encontrei no Registro Geral da Câmara os documentos de 1640 a 1646.   Por uma questão de cronologia considero que foi Belchior de Borba Gato (como nos diz Pedro Taques) , e não seu filho Balthazar de Borba Gato (como nos informa Azevedo Marques em “Província de São Paulo” e Carvalho Franco em “Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas do Brasil”)  quem acompanhou Luiz Costa Cabral por volta de 1641 para representar o povo paulista junto ao rei.

No Registro Geral da Câmara de São Paulo,Volume 2,  pág 339, na data de 04 de agosto de 1652 o Belchior de Borba dá carta de fiança a Belchior Pires.

Belchior de Borba Gato casou-se antes de 1638 comFONTE01,FONTE10 Ana Rodrigues de Arzão, filha de Cornélio de Arzão e Elvira Rodrigues. Ana nasceu cerca de 1620. Ela faleceuFONTE02 antes de 1674 provavelmente em São Paulo. Eles tiveram os seguintes quatro filhos:

 1)Belchior de Borba Gato II falecido em 1730 em Santo Amaro,SP e que foi casado com Maria Pedroso CavalheiroFONTE10 , e com quem teve os filhos Manuel (nascido em 1687 e homônimo do bandeirante famoso), Antonio,Josefa e Ana ;

2)Lucas de Borba GatoFONTE10 falecido em 1725 em Ubatuba e que foi casado com Maria Pires, e com quem teve as filhas Inês MonteiroFONTE10 , Ana de Borba GatoFONTE10, Maria Luis, e uma outra filha não identificada .

3)Maria (ou Beatriz) de BorbaFONTE10 que foi casada com Jorge Rodrigues VelhoFONTE10, e com quem teve Antonio Garcia Borba, Domingos , José , Maria Garcia Velho, Salvador Garcia Betim, Ana Rodrigues Garcia, Custódia, Ana Maria Garcia.

4)Balthazar de Borba GatoFONTE11, FONTE02 nascido cerca de 1649 e falecido cerca de 27 de outubro de 1698 em Santana do Parnaíba, Capitania de São Vicente.  Em 01/04/1674 ,na Villa de São Paulo, Capitania de São Vicente,  este Balthazar de Borba Gato, filho de Belchior de Borba e Ana Rodrigues de Arzão (ambos já defuntos) , pede emancipação (um irmão mais moço já havia se emancipado). Era seu tutor o capitão Manuel Rodrigues de Arzão.  As testemunhas ouvidas em abril de 1674 foram, entre outras: Capitão Cornélio Rodrigues de Arzão , entre 42 e 43 anos, tio do Balthazar, que disse que o sobrinho tinha 24  anos;  Manuel Pacheco Borba (creio ser o Manuel Pacheco Gato I), 52 anos, primo do Balthazar, disse que este tinha 24 anos;  Pedro Domingues, 20 anos, parente de terceiro grau do Balthazar;  Capitão Manuel Rodrigues de Arzão, 55 a 56 anos, tio e curador de Balthazar ; Jorge Rodrigues Velho, 39 anos, juiz ordinário da Villa de São Paulo, cunhado de Balthazar, disse que este tinha 25 para 26 anos. Em 03 de abril de 1674 é assinada a emancipação do Balthazar, atribuindo-lhe mais de 25 anos. No Arquivo do Estado de São Paulo, está arquivado o Inventario de Baltazar de Borba Gato - Caixa 23 Ordem 500 Documento 19. É um documento bastante estragado e com meia dúzia de paginas. O inventario tem numero 397 e é datado de  27 de outubro de 1698 tendo corrido na Villa de Santana de Parnaíba, Capitania de São Vicente. Quem assina o inventario é seu genro Martinho Cordeiro. Aparecem como herdeiros a: viúva Mariana DominguesFONTE05 e os filhos: frco joan antonio jose caterina ana maria  sebastiana. Na parte de dividas o inventario cita a fazenda de Lucas de Borba.

Balthazar de Borba Gato casou-se com Mariana DominguesFONTE11,FONTE03, filha de Antonio Domingues e Isabel Fernandes. Mariana faleceuFONTE04 em 01 maio 1704 em Santana do Parnaíba, Capitania de São Vicente. O inventario da Mariana Domingues está no Arquivo do Estado de São Paulo - seção de manuscritos, tempo colonial,  inventários do 1º oficio, ordem 720, caixa 108, processo 14.871, data 1720. No testamento feito na Villa de São Paulo  em 1704 , a Mariana Domingues declara que foi casada com Balthazar Borba Gato defunto e que teve os filhos: Joam, Isabel, Joseph, Catherina, Anna, Maria, Sebastiana. Declara que casou a filha Catherina com Martinho Cordeiro. Declara que tem terras no "bairro de Santo Amaro na fazenda de mora(?)  meu cunhado Melchior de Borba Gato”.  Menciona explicitamente as 4 filhas solteiras:  Anna, Maria, Sebastiana, Isabel.  Junto ao testamento existe um recibo de 02 de maio de 1704 dado por João Correa a um Manoel Frz~ de Oliveira no valor  de quatro mil reais de esmola do .... em que se amortalhou a defunta Mariana Domingues.    No Inventario feito em Santana de Parnaíba no ano de 1720,  na lista dos filhos são mencionados: Caterina casada com Martinho Cordeiro; Anna de cerca de trinta anos; Maria de cerca de vinte e seis anos; Sebastiana de vinte e poucos anos;Isabel de cerca de vinte anos. O inventario cita que a defunta Mariana Domingues faleceu a 1º de maio de 1704. Notem  que a menção a Melchior de Borba Gato como cunhado da Mariana Domingues é mais uma evidência de que o marido dela Balthazar de Borba Gato foi o filho de Belchior de Borba Gato casado com Ana Rodrigues de Arzão. Ao comparar os inventários e testamento de Mariana Domingues e de seu marido Balthazar de Borba Gato com relação a alguns filhos deles vemos que: a) Francisco consta no inventario do pai mas não no da mãe; b) Maria aparece no inventario do pai e no da mãe; c) Isabel não aparece no inventario do pai mas aparece no da mãe...; d) Isabel aparece no testamento da mãe em 1704 e no inventario de 1720 ela tinha cerca de 20 anos, portanto nasceu cerca de 1699 , pois o pai faleceu em final de outubro de 1698...

Uma das filhas de Balthazar de Borba Gato , e neta do Belchior, a Catarina de Borba GatoFONTE10,FONTE11  nasceu  antes de 1684 ,e casou-se antes de 1698 com Martinho Cordeiro BorgesFONTE10, filho de Vicente Cordeiro e Maria de Ramos. Martinho nasceu em Villa de Santana de Parnaíba, SP. Ele faleceuFONTE07,FONTE08 a 08 agosto 1710 em Santana do Parnaíba, SP. No Arquivo do Estado,Caixa 24 Ordem 501, encontramos o testamento original de Martinho Cordeiro , datado de Santana do Parnaíba em 23 de julho de 1710  , onde Martinho Cordeiro Borges já doente de cama, fez testamento e deixa como testamenteiro a Gaspar Correia e a seu primo Antonio da Fonseca Paes. Pede para ser sepultado na Igreja Matriz de Santana de Parnaíba, na sepultura do pai. Declara ser natural da Villa de Parnaíba, filho legitimo de Vicente Cordeiro, já defunto, e de Maria de Ramos. Declara ser casado à frente da igreja com Catherina de Borba Gato e que tiveram três filhos , a saber: Vicente,  Clara , Escholastica .  Existe um recibo de 12 de abril de 1711 de Salvador Cordeiro para a cunhada Catharina de Borba , de 8 mil réis, “pelo hábito com que foi amortalhado seu defunto marido e irmão dele."

No Arquivo do Estado - seção de manuscritos, tempo colonial, inventários do 1º oficio, ordem 723, caixa 111, processo 14.900, encontramos o Inventario de Martinho Cordeiro feito em 1711 na Vila de Parnaíba, no sitio na paragem de São Joman(?) , a 19 de maio de 1711. O juiz deu juramento à Catherina de Borba que disse que desse matrimonio (com Martinho Cordeiro) ficavam três filhos (duas fêmeas e um macho): Vicente de 8 anos ; Clara de 11 anos; Escolástica de 2 anos. Declara que o defunto falecera a 08 de agosto de 1710.

A ligação com a Genealogia Paulistana: O aqui biografado Belchior de Borba Gato, se liga à famosa obra de Silva Leme, a Genealogia Paulistana, através de seu filho Balthazar de Borba Gato, e da filha deste, Catharina de Borba Gato. Uma das filhas de Catarina de Borba Gato e Martinho Cordeiro, de nome Escholastica Cordeiro BorbaFONTE09 nasceuFONTE08 cerca de 1709 na Freguesia de Cutia, Bispado de S.P. e faleceuFONTE06 a 13 de novembro de 1755 em Maracanaduba, Villa de Santana de Parnaíba, SP. 

A genealogia de Escolástica Cordeiro Borba: No Arquivo do Estado,Caixa 56 Ordem 533, encontramos o inventario original de Escholastica Cordeiro Borba, que traz o seguinte: Inventario em 16 de julho de 1756 no território e paragem de Maracanaduba, termo da Villa de Santana do Parnaíba. Inventario dos bens que ficaram do casal da defunta Escholastica Cordeiro Borba mulher de Ignácio Diniz Caldeyra sendo este inventariante. O inventariante declara que a dita defunta faleceuFONTE09 aos 13 de dezembro de 1755 em Cotia,SP sem testamento. O inventario tem a assinatura de próprio punho do Ignácio Diniz Caldeyra. Declara que eram moradores desta vila de Santana do Parnaíba, no território e paragem chamado de Maracanaduba. No titulo dos herdeiros maiores de idade encontramos, Cabeça de casal e inventariante Ignácio Diniz Caldeyra;  Domingos Barbosa por cabeça de casal de sua mulher Ursula da Trindade, filha do Inventariante; Pedro Garcia por cabeça de casal de sua mulher Josepha Cordeyra de Borba; Manoel Dinis Caldeyra declara que deve ter cerca de vinte e oito anos.  No titulo dos herdeiros menores de vinte e cinco anos encontramos, Sezilia de Jezus de idade de cerca de dezoito anos  (nota ao lado: # casada com Vicente Ferreira Raposo) ; Angela Cordeyra de idade de cerca de quatorze anos (nota ao lado: # casada com Alexandre de Siqueira Paes);  Ignácio Dinis de idade de cerca de dezessete anos (nota ao lado parece indicar que aos 28 foi emancipado) ; Francisco Diniz de idade de  cerca de dez anos ; Cristóvão Diniz de idade de cerca de nove anos; Maria de idade de cerca de 4 anos; Vitória de idade de cerca de 3 anos. Ao declarar dividas, o inventariante cita os nomes de José de Borba Gato, Francisco Gonçalves Lopes, André Alves da Silva, Manoel Rodrigues de Araújo. Nos anexos tem alguns pontos interessantes: em 24/04/1759 o inventariante Ignácio já estava casado pela segunda vez.  Domingos Barbosa é citado como casado e tendo sitio na vila de Sorocaba. Em 24/04/1759 o inventariante Ignácio presta declaração da legitima de seus 7 filhos menores a saber:  Cecília, Ângela, Maria, Vitória, Ignácio, Francisco, Cristóvão. Nestes anexos tem assinatura de próprio punho do Domingos Barbosa. Existe menção a  Ângela Maria de Jesus filha legitima de Escolástica Cordeiro Borba. Em 26 de setembro de 1763 o Ignácio pai ainda estava vivo pois assina uma declaração. Em 1767 o Ignácio pai já não estava vivo e deixava como viúva uma tal de Anna Vieira. Diz que Vicente Ferreira Raposo era natural da freguesia de Santo Amaro , com cerca de 38 anos, em 1767.  Diz que Ignácio Diniz Caldeira, o moço, era natural da freguesia de N. S. de Monserrate de Cotia, termo da cidade de S. Paulo, morador em Cotia, solteiro, idade de cerca de 28 anos, em 1767.  Cita Alexandre de Siqueira Paes casado com Ângela Cordeira  , e outra hora chama-a de Ângela Maria de Jesus.  Cita Manuel Diniz Caldeira , natural da freguesia da Senhora de Monserrate de Cotia, S. Paulo, morador da  freguesia de Santo Amaro.  Aos 27 de junho de 1767 tem a emancipação do Ignácio Diniz Caldeira , filho do defunto Ignácio e de Escolástica. Aos 20/09/1774 o Ignácio pai já era defunto. Aos 20/09/1174 Manuel Diniz Caldeira passa a ser tutor dos irmãos menores, devido ao falecimento de Ignácio viúvo da Escolástica.

Conforme pesquisas nos inventários e testamentos e também em registros paroquiais, temos que Escolástica Cordeiro Borba casou-se com Ignácio Diniz Caldeira, filho de Manuel Diniz Caldeira e Ursula Maria da Trindade. Ignácio nasceuFONTE09 na Ilha Terceira, Açores, e faleceuFONTE09  em 24 de março de 1767 em Cotia,SP. Eles tiveram os seguintes filhos:

                   * Manuel Diniz CaldeiraFONTE10 nascidoFONTE06 antes de 1728 em Cotia, SP e morador da freguesia de Santo Amaro, SP e que se casou comFONTE09 Escolástica Maria Pinto em 29 abril 1760 em Santo Amaro, SP.

                 *Escolástica nascidaFONTE09 em 08 maio 1728 em Cotia, SP e batizada em 16 maio 1728 em Cotia, SP.

                 *Maria de Borba CordeiroFONTE10 nascidaFONTE09 em 24 outubro 1730 em Cotia, SP e batizada em 05 novembro 1730 em Cotia, SP . Ela faleceu antes de 1750. Maria casou-se com Salvador de Oliveira d'Horta em 1748 em Cotia, SP.

                 *Vitória da Conceição DinizFONTE10 nascida em Mogi-Guaçu e foi casada com José Pacheco de CamargoFONTE10 em 1755 em Santo Amaro.

                     * Josefa Cordeiro BorbaFONTE10 nascidaFONTE09 em 19 março 1734 em Cotia, SP e batizada em 14 abril 1734 em Cotia, SP . Josefa casou-se comFONTE12 Pedro Garcia LealFONTE12, filho de João Garcia Luis (ou Garcia Pinheiro) e Maria Leal, em 12 novembro 1749 em Mogi Guaçu, SP. Pedro nasceu54 na Ilha de São Miguel.

                    *Cecília MariaFONTE10 nascidaFONTE09 em 28 junho 1736 em Cotia, SP e batizada em 08 julho 1736 em Cotia, SP . Foram padrinhos de batismo: Francisco Xavier Paes e Vitória de Camargo.  O Francisco Xavier Paes era filho de Manuel Pacheco Gato II.  Cecília casou-se com Vicente Ferreira Raposo em 1759 em Cotia, SP. Vicente nasceuFONTE06 cerca de 1729 na Freguesia de Santo Amaro.

               * Ignácio Diniz Caldeira Filho nascidoFONTE09 em 03 fevereiro 1739 em Cotia, SP e batizado em 09 fevereiro 1739 em Cotia, SP. Este filho não consta da obra Genealogia Paulistana , do Silva Leme.

               *      Ângela CordeiroFONTE10 nascidaFONTE09 em 23 outubro 1740 em Cotia, SP e batizada em 29 outubro 1740 em Cotia, SP . Ângela casou-se com Alexandre de Siqueira Paes, filho de Francisco Aurélio de Siqueira e Catarina Paes da Silva, em 1767 em Cotia, SP.

               * Francisco Diniz nascidoFONTE09 em 24 novembro 1743 em Cotia, SP e batizado em 02 dezembro 1743 em Cotia, SP.

               * Cristóvão Diniz CaldeiraFONTE10 nascidoFONTE09 em 18 novembro 1747 em Cotia, SP. Cristóvão casou-se com Joana Blanco de Camargo em 1774 em São Paulo.

               * Maria Diniz CaldeiraFONTE10, FONTE06 nascida em 1752.  Maria casou-se primeiro com Miguel de Siqueira PaesFONTE10, filho de Francisco Aurélio de Siqueira e Catarina Paes da Silva, em 1770 em Santo Amaro, SP. Maria casou-se em segunda núpcias com Germano José RaposoFONTE10 em 1780 em Santo Amaro.

               * VitoriaFONTE06 nascida cerca de 1753. Note que Silva Leme indica uma Vitória casando em 1755!!

               * Ursula Maria da Trindade nascidaFONTE09 na Freguesia de Cutia, Bispado de S.P. Ursula casou-se antes de 1756 com Domingos Barbosa do Paço, filho de Diogo Joam e Domingas Barboza. Domingos nasceuFONTE09 em Louredo,Portugal.

 

 

Fontes Consultadas

        FONTE01  Inventários e Testamentos, Vol 12 pág 27,  Arquivo Publico do Estado de S.Paulo.

      FONTE02  Inventários e Testamentos, Vol 27 pág 497, Arquivo do Estado de São Paulo.

       FONTE03  Inventario de Antonio Domingues e Izabel Fernandes, caixa 18 ordem 495 , Arquivo do Estado de São Paulo.

       FONTE04  Inventario e Testamento de Mariana Domingues, Inventários 1º oficio, ordem 720, lata 108, processo 14.871. Arquivo do Estado de São Paulo

       FONTE05  Inventario de Baltazar de Borba Gato, Caixa 23 Ordem 500 documento 19,  Arquivo do Estado de São Paulo.

      FONTE06  Inventario de Escholastica Cordeiro Borba, Caixa 56 Ordem 533. Arquivo do Estado de São Paulo

      FONTE07  Testamento de Martinho Cordeiro, Caixa 24 Ordem 501. Arquivo do Estado de São Paulo

       FONTE08  Inventario de Martinho Cordeiro. Inventários do 1º oficio, ordem 723, lata 111, processo 14900. Arquivo do Estado de S.P.

      FONTE09  Microfilme de Registros Paroquiais Católicos. Centro da Historia da Família.

      FONTE10  Luiz Gonzaga da Silva Leme, Genealogia Paulistana

        FONTE11  M.E. de Azevedo Marques, Província de São Paulo, EDUSP, Vol 1 pag 97.

      FONTE12  Luiz Gonzaga da Silva Leme, Genealogia Paulistana, Versão em CD-rom, edição 1.

      FONTE13 Inventario e Testamento de Sebastiana Rodrigues, ordem 488 caixa 11. Arquivo do Estado de São Paulo.